Planejamento Estratégico: 3 ferramentas para te ajudar

Imagem com tabuleiro e peças de xadrez que representam o planejamento estratégico

Em alguns momentos do negócio, muitas vezes por conta da ansiedade de fazer acontecer, alguns empreendedores esquecem algo primordial para que a empresa tenha bons resultados: o planejamento estratégico.

Esse deve ser um dos primeiros passos a terem a sua atenção, já que a partir dele as suas metas serão definidas, consequentemente os objetivos pontuais bem como as ações a serem tomadas em cada etapa. Para que vocês aproveitem melhor esse momento de isolamento em favor do seu negócio, trouxe no texto de hoje algumas ferramentas de planejamento estratégico que podem te ajudar no seu empreendimento.

Para acompanhá-las, continue a leitura desse artigo.

3 ferramentas para um bom planejamento estratégico

Para construir seu planejamento de forma organizada, com mais chances de sucesso, algumas ferramentas fazem a diferença. Entre elas:

Análise SWOT (ou FOFA)

É uma das ferramentas mais importantes, pois analisa o ambiente interno, ou seja, o que é possível de ser controlado pelo empresário e, também, o ambiente externo (o que está fora do controle do empreendedor). A SWOT leva quatro fatores em consideração.

Forças (Strenghts)as vantagens de sua empresa frente aos concorrentes. A mão de obra especializada, uma tecnologia diferenciada, por exemplo, são itens que podem e devem ser consideradas em uma análise SWOT.

Fraquezas (Weakness)aqui o empresário precisa ser sincero ao olhar pra dentro do negócio e identificar as desvantagens internas de sua empresa. Uma equipe reduzida e desmotivada, por exemplo, é uma forma de enfraquecimento do negócio.


Oportunidades (Opportunities)
como o próprio nome sugere, são as oportunidades externas que poderiam ser aproveitadas pela sua empresa. Exemplo: queda de impostos por meio de planejamento tributário, subsídios do governo, entre outros.

Ameaças (Threats) aqui entram ameaças externas que afetam seu negócio. A crise provocada pelo novo coronavírus é o exemplo mais atual de ameaça que pode ser estudada dentro de uma análise SWOT.

Ao conhecer suas forças e fraquezas, você será capaz de determinar com precisão o que precisa ser mudado e o que deve ser incentivado. E conhecer bem as situações externas faz com que você possa se preparar e promover estratégias para minimizar as ameaças e aproveitar melhor as oportunidades.

Análise das cinco forças competitivas de Porter

Agora que você já analisou o ambiente interno e externo do seu negócio, você deverá aprofundar a análise. E para isso, pode incluir no seu planejamento as cinco forças competitivas de Porter. Que se tratam de:

Rivalidade entre concorrentes: mostra o poder da concorrência em seu mercado de atuação. Quanto maior o nível dessa rivalidade, mais difícil é entrar nesse mercado.

Barganha entre os clientes: aqui se analisa o poder de barganha dos clientes com as empresas que já estão no setor. Se no mercado que você pretende entrar tem muitas opções de compra, há a tendência de que o consumidor consiga baixar o preço dos produtos ou ter upgrades nos produtos e serviços.

Barganha entre os fornecedores: se o seu setor é dominado por poucas empresas e com mix de produtos diferenciados, os fornecedores têm alto poder e influência em ditar preços e condições de negociação.

Produtos substitutos: aqui entram produtos que não são iguais aos da sua empresa, mas que podem facilmente substituí-los. Um exemplo clássico é a empresa Uber, que é uma substituta ao serviço de táxis.
Empresas novatas: quando o mercado em que você atua não tem barreiras para novos concorrentes, como licenças governamentais, isso pode ser um risco, já que o mercado tem o potencial de saturação muito rápido.

Analisando seu negócio pelo prisma dessas cinco forças citadas acima, será possível determinar quais oportunidades externas poderão ser realmente aproveitadas pela sua empresa e quais fatores de mercado merecem a sua atenção.

Conceito SMART para objetivos, metas e indicadores

Passando pelas ferramentas iniciais, você chegou no momento divertido do negócio: definir metas e objetivos. Para isso, o conceito SMART vai te ajudar. Na verdade, isso vai te acompanhar por toda a sua trajetória empresarial, pois sempre que você quiser estabelecer uma meta, ela precisará se enquadrar nos seguintes preceitos:

Específico (specific): a meta precisa ser específica, de fácil compreensão para qualquer pessoa e bastante clara.

Mensurável (measure): não tem como propor uma meta sem a possibilidade de medi-la depois, não é mesmo? Você precisa conseguir avaliar se o objetivo foi ou não alcançado, de preferência com um número.

Alcançável (achievable): a meta deve ser considerada ousada, mas dentro de uma realidade possível. Por exemplo: antes de desejar dobrar seu faturamento, você precisa descobrir se isso é real e possível. Dessa forma, trabalhando com metas reais, você não se frustra e nem frustra a sua equipe.

Relevante (relevant): é muito importante que qualquer objetivo seja considerado relevante. Ele deve fazer sentido para a empresa e se relacione com sua estratégia, vista lá no início do planejamento.

Tempo (time-based): é preciso ter um prazo bem estabelecido para se alcançar uma meta, caso contrário, ela pode não ser trabalhada e priorizada como deveria.

Planejamento estratégico é com a IAN Estratégias Comerciais

Agora que já você conhece as 3 das principais ferramentas para um bom planejamento estratégico, é hora de colocar em prática os passos acima e organizar sua empresa. Você perceberá que as atividades de gestão e o alcance de melhores resultados serão facilitados para o seu negócio. É hora de planejar, conte com a IAN Estratégias Comerciais para te ajudar.

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